- 3 livros de ficcão (livros de contos de autores contemporâneos)
- 4 e ½ livros de não-ficção
Os livros de não-ficção que eu li foram os seguintes:
Um livro super denso sobre o Apartheid, e claro não tinha como ser diferente: uma história deprimente de opressão e brutalidades. Uma questão que não estava bem esclarecida para mim era a seguinte: como a maioria da população da África do Sul foi subjugada por uma minoria? O livro relata várias ações de resistência, e as reações do governo: respondia à qualquer crítica com legislação ainda mais repressiva e força bruta (a prática da polícia era atirar nos protestantes, até mesmo estudantes, como aconteceu em Soweto em 1976).
Esse eu li depois de ver o filme de Clint Eastwood “Invictus”. Achei que algumas situações no filme estavam tão mas tão esquisitas, por exemplo: torcida branca de rugby cantando música africana no estádio em 1995? Bem difícil de acreditar... e achei melhor ler o livro no qual o filme foi baseado. E que leitura fascinante sobre o período de transição do Aparteid para democracia, mostrando o esporte como elemento de união. (Há vídeos no youtube sobre alguns eventos retratados no filme, e entrevistas com o capitão da equipe na época - François Pienaar – que parece ser um doce de pessoa. Em relação ao filme: li críticas no imdb que Matt Demon não estava convincente como capitão de time de rugby, mas pra mim ele estava muito bem no papel.)
- Immigrants, your country needs them - Phillipe Legrain, um economista britânico.
Esqueci de tomar notas e não lembro mais dos argumentos que o autor usou para apoiar imigração irrestrita, acho que nenhum era assim tão convincente (apesar de eu também ser a favor).
- From Lance to Landis, de David Walsh.
Num passado remoto eu até me interessava por ciclismo competitivo, mas toda a admiração que eu tinha pelos atletas se perdeu na época do escândalo da Festina (1998). Esse livro menciona um monte de ciclistas que eu nunca tinha ouvido falar por não ter mais acompanhado o esporte (Tyler Hamilton, Floyd Landis, Frank Andreau entre outros) . E também aqueles ciclistas mais antigos cujos nomes me eram familiares: Virenque, Pantani, Greg LeMond. E Lance Armstrong, naturalmente. O livro foi bem interessante, mas por outro lado fiquei sabendo coisas que podia viver sem. Por exemplo: quem apresentou o Dr. Ferrari (figura tão controversa) ao Armstrong? Eddy Merckx, a lenda! A conclusão que eu tirei do livro é que esse mundo do ciclismo profissional é bem sujinho mesmo e fiz bem em não perder meu tempo acompanhando essa novela de dopings ao longo dos anos.
- Seven Hills of Rome: a geological tour of the eternal city - Funiciello & outros.
Na verdade esse ai eu só li pela metade: foram muito detalhes técnicos para o meu gosto e entendimento, então alguns parágrafos mais difíceis eu pulei. Não sei o que eu estava esperando, com um título desses? Mas fiquei com vontade de ler mais sobre Roma, sobre história em geral e até mesmo sobre geologia.
Na verdade esse ai eu só li pela metade: foram muito detalhes técnicos para o meu gosto e entendimento, então alguns parágrafos mais difíceis eu pulei. Não sei o que eu estava esperando, com um título desses? Mas fiquei com vontade de ler mais sobre Roma, sobre história em geral e até mesmo sobre geologia.
Então o plano para 2012 é ler mais, muito mais!
Pelo menos uns 8 livros, na sua totalidade J
E também:
- cozinhar uma coisa diferente a cada mês
- crochetar um pequeno tapete
- voltar a nadar
E também:
- cozinhar uma coisa diferente a cada mês
- crochetar um pequeno tapete
- voltar a nadar


