terça-feira, 17 de janeiro de 2012

meu ano começou cheio de pepinos

E o mérito é da Isabela do blog adoro uma cozinha. Ela publicou fotos tão apetitosas das saladas que ela faz, que eu resolvi copiar. Eis a minha primeira salada:


Eu raramente como pepino assim ao natural. Gostei tanto que fiz mais de uma vez. Depois fiquei curiosa para experimentar com outros temperos. Procurando no google por salada de pepino cheguei no site de culinária epicurious onde encontrei uma sugestão de salada de pepino com wasabi e vinagre de arroz. Deu um certo trabalhinho pra fazer (img 1) mas gostei bastante do resultado (2). Na mesma refeição fiz também um prato de berinjela (3) com temperos japoneses (4):


Foi bem divertido preparar isso, sendo que o meu marido gostou muito da berinjela. Comemos esses pratos com arroz J + um pedaço de peixe para acompanhar. Não tirei foto do peixe já que foi ele que preparou. Mas deu pra ver que é bem fácil, aliás nunca tinha prestado atenção e não imaginei que fosse tão simples - fiquei com vontade de cozinhar o peixe da próxima vez.

sábado, 31 de dezembro de 2011

leituras 2011, planos 2012

Li bem pouquinho durante 2011:
- 3 livros de ficcão (livros de contos de autores contemporâneos)
- 4 e ½ livros de não-ficção

Os livros de não-ficção que eu li foram os seguintes:
South Africa – The rise and fall of apartheid,  de Nancy Clark & William Worger (2004)
Um livro super denso sobre o Apartheid, e claro não tinha como ser diferente: uma história deprimente de opressão e brutalidades. Uma questão que não estava bem esclarecida para mim era a seguinte: como a maioria da população da África do Sul foi subjugada por uma minoria? O livro relata várias ações de resistência, e as reações do governo: respondia à qualquer crítica com legislação ainda mais repressiva e força bruta (a prática da polícia era atirar nos protestantes, até mesmo estudantes, como aconteceu em Soweto em 1976).

- Playing the enemy, John Carlin.
Esse eu li depois de ver o filme de Clint Eastwood “Invictus”. Achei que algumas situações no filme estavam tão mas tão esquisitas, por exemplo: torcida branca de rugby cantando música africana no estádio em 1995? Bem difícil de acreditar... e achei melhor ler o livro no qual o filme foi baseado. E que leitura fascinante sobre o período de transição do Aparteid para democracia, mostrando o esporte como elemento de união. (Há vídeos no youtube sobre alguns eventos retratados no filme, e entrevistas com o capitão da equipe na época - François Pienaar – que parece ser um doce de pessoa. Em relação ao filme: li críticas no imdb que Matt Demon não estava convincente como capitão de time de rugby, mas pra mim ele estava muito bem no papel.)

- Immigrants, your country needs them - Phillipe Legrain, um economista britânico.
Esqueci de tomar notas e não lembro mais dos argumentos que o autor usou para apoiar imigração irrestrita, acho que nenhum era assim tão convincente (apesar de eu também ser a favor).

- From Lance to Landis, de David Walsh.
Num passado remoto eu até me interessava por ciclismo competitivo, mas toda a admiração que eu tinha pelos atletas se perdeu na época do escândalo da Festina (1998). Esse livro menciona um monte de ciclistas que eu nunca tinha ouvido falar por não ter mais acompanhado o esporte (Tyler Hamilton, Floyd Landis, Frank Andreau entre outros) . E também aqueles ciclistas mais antigos cujos nomes me eram familiares: Virenque, Pantani, Greg LeMond. E Lance Armstrong, naturalmente. O livro foi bem interessante, mas por outro lado fiquei sabendo coisas que podia viver sem. Por exemplo: quem apresentou o Dr. Ferrari (figura tão controversa) ao Armstrong? Eddy Merckx, a lenda! A conclusão que eu tirei do livro é que esse mundo do ciclismo profissional é bem sujinho mesmo e fiz bem em não perder meu tempo acompanhando essa novela de dopings ao longo dos anos. 

- Seven Hills of Rome: a geological tour of the eternal city - Funiciello & outros.
Na verdade esse ai eu só li pela metade: foram muito detalhes técnicos para o meu gosto e entendimento, então alguns parágrafos mais difíceis eu pulei. Não sei o que eu estava esperando, com um título desses? Mas fiquei com vontade de ler mais sobre Roma, sobre história em geral e até mesmo sobre geologia.

Então o plano para 2012 é ler mais, muito mais!
Pelo menos uns 8 livros, na sua totalidade J

E também:
- cozinhar uma coisa diferente a cada mês
- crochetar um pequeno tapete
- voltar a nadar

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

lados da almofada

Agora em dezembro estive visitando minha mãe por 10 dias. Ofereci fazer uma almofada de crochê que combinasse com o seu sofá, que é bege. No primeiro dia fomos juntas na loja para ela escolher as cores. Optou por creme e telha. Acabei fazendo um lado telha e o outro telha + amarelo, pra ficar mais alegre. Sou uma crocheteira devagar quase parando e por pouco não consegui terminar em 10 dias. Não imaginei que juntar os quadradinhos demorasse tanto!

Minha mãe pediu para eu não juntar os dois lados. Disse que vai costurar cada lado de crochê num tecido, e fazer duas almofadas. Então o que eu deixei com ela foram dois lados separados:


Aprendi a fazer os quadradinhos bicolores seguindo este vídeo do Mikeyssmail e pra juntar tudo usei  a técnica desse outro vídeo. Para o próximo projeto estou pensando em fazer um tapete para o banheiro.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

primeira encomenda :)

Em setembro, quando meu marido me viu fazendo aqueles quadradinhos que mencionei na mensagem anterior, me pediu se eu podia fazer uma capinha para o seu Kindle. Fiquei super feliz com o pedido, minha primeira encomenda! Fui para o youtube procurar um ponto mais fechadinho e encontrei um video da Teresa explicando como fazer uma capinha de telefone com um ponto muito legal: ponto de estrelinha. Mas achei muito difícil para as minhas habilidades. Procurando mais encontrei o ponto cesta, bem explicado num video do Mikeyssmail. Então usei o video da Teresa para começar o trabalho (fazer as primeiras 2 carreirinhas) e continuei depois com o ponto cesta. Fiquei feliz que meu marido gostou do resultado final: